Como escolher Ações para 2021


Chegou o momento do bottom-up

Admita. Quando você estourou sua champagne na virada de 2019 para 2020, você jamais poderia imaginar que o ano seria como foi.

Vínhamos de um rally espetacular no final de 2019, e o otimismo prevalecia.

Mas 2020 não nasceu para ser um ano normal.

As quedas da Bolsa em março entram para a história como o drawdown mais rápido e acentuado da história.

Vimos o Ibovespa sair de 120 mil pontos para 63 mil pontos no final de março.

Então cá estamos, em dezembro de 2020, flertando novamente com os 120 mil pontos.

Esse movimento da Bolsa teve impactos variados para cada tipo de investidor.

  1. Para um grupo, é como se um ano tivesse sido perdido. O investidor manteve posições, viu seu patrimônio despencar e depois voltar ao patamar do final de 2019 novamente.
  2. Para outro grupo, foi uma grande oportunidade. Esse grupo é formado por aquelas pessoas que entraram na Bolsa ou aumentaram suas posições depois das quedas vertiginosas de março.
  3. Teve também o terceiro grupo, que não aguentou a volatilidade e acabou reduzindo sua exposição ou saindo da Bolsa. Esses são os grandes perdedores de 2020.

Para quem entendeu que renda variável também varia para baixo e para quem teve estômago no momento mais difícil, a recompensa veio.

Definitivamente não foi um ano para amadores. Em nenhum aspecto.

Apesar de tudo, aqui estamos com o Ibovespa acima de 110 mil pontos e notícias sobre vacinas nos enchendo de esperança.

De abril até hoje, vivemos um forte rally de recuperação de muitas Ações. 

Ibovespa de janeiro a dezembro de 2020. Fonte: Google

Isso já está fazendo com que muitos comecem a ficar preocupados com os preços atuais de muitas empresas na Bolsa.

Se com o Ibovespa a 70 mil pontos quase tudo era barato e óbvio, com o preço atual, muita coisa já começa a ficar preocupante.

Para você entender melhor, vou trazer alguns elementos para explicar o momento atual.

O que nos trouxe até aqui 

Se você tem o hábito de acompanhar as redes sociais e segue alguns influenciadores do setor financeiro, muito provavelmente você reparou algo: de abril para cá, só tem gênio nesse mercado!

Pois é. Todo mundo deu alguma dica que subiu demais nos últimos meses. 

Os seguidores mais desatentos e deslumbrados com a suposta genialidade podem, em um primeiro momento, até se surpreendem.

Mas é possível decompor o que aconteceu com as Ações nos últimos meses e chegar a algumas conclusões…

O setor mais prejudicado, seja no rally de 2019, seja na recuperação após março, foi o setor bancário.  

Todo o resto, principalmente o consumo interno, subiu muito.

Uma boa forma de visualizar isso é com um gráfico que separa as empresas por setores.

Fonte: Economática e Nord Research 


Utilizamos apenas 3 setores, mas que representam algo em torno de 80 por cento do Ibovespa. Sendo assim, conseguimos simplificar os dados sem alterar a conclusão.

Digamos que fosse possível pegar o Ibov em 1º de janeiro de 2019 e quebrá-lo em 3 grandes grupos de Ações, respeitando o peso de cada empresa no seu setor.

Observe que a linha amarela, formada pelas empresas de consumo, se fosse uma Bolsa independente, já estaria acima de 120 mil pontos.  

Enquanto o setor financeiro (linha laranja) estaria abaixo dos 80 mil pontos.

Muito provavelmente, se você tem pouca exposição a bancos, você está batendo o mercado.

Se você tem ações de consumo desde 2019, você está feliz da vida. Se você adicionou commodities em 2020, você acertou.

Mas não se iluda. Foram grandes movimentos macro que nos trouxeram até aqui.

2019: juros para baixo / 2020: recuperação do tombo

Mas por que isso aconteceu? 

Sempre batemos na tecla: Bolsa, no longo prazo, reflete o lucro das empresas.

2019:

Em 2019, o que aconteceu foi uma queda drástica das expectativas de juros futuros, que foi repassada para a Bolsa como um todo, exceto para os setores que o mercado escolheu como "problemáticos".

E quem pagou a conta foram os bancos – pelo risco da concorrência com fintechs e commodities – que dependem mais dos fatores externos do que internos.

Mesmo assim, em maior ou menor medida, todos os setores cresceram.

Aquele movimento era claramente o que o mercado chama de "expansão de múltiplos". 

Como a taxa de desconto ao longo do tempo muda, o mercado aceita pagar múltiplos maiores por empresas, sem que haja revisão dos resultados.

Em outras palavras: o custo de capital para as empresas caiu, mas a receita não necessariamente subiu.

Além disso, os cálculos de valuation mudaram, uma vez que a taxa de desconto ao longo do tempo também mudou.

Em resumo: a Bolsa subiu em 2019 de forma geral, com os setores mais expostos ao consumo subindo muito mais fortemente.

2020: 

Então, no início de 2020, ocorreu uma estagnação nos dois primeiros meses. Aí, com a constatação de que o Coronavírus seria uma pandemia, houve a queda generalizada em março.

Passado o pânico, as coisas foram voltando para o seu devido lugar.

Lembrando que o mercado sempre cai de elevador, mas sobe de escada.

Mas tirando um setor ou outro, estamos vendo uma volta dos preços conforme patamares pré-pandemia.

E os resultados? As empresas estão apresentando resultados melhores do que apresentavam lá no início do ano?  

A pandemia afetou as companhias de formas bem distintas. Porém, neste movimento inicial de coisas "voltando a ser como eram antes", parece que isso não importa muito.

Quase tudo despencou. Depois, quase tudo voltou ao patamar de antes da crise.

Entender essa avaliação macro é fundamental. Pois só a partir desta análise você poderá se posicionar para ver sua carteira se valorizando em 2021.

O movimento de queda das expectativas de juros futuros não nos ajudará novamente. Aquela facilidade de ganhos, com quase tudo subindo de forma linear, ficou lá em 2019.

Também não teremos altas fortes apenas para recuperar as quedas em função do pânico, como vimos de abril de 2020 em diante.

Quando a bolsa cai de maneira abrupta, é natural que ocorra uma recuperação, uma vez que o resultado das empresas não piora na mesma proporção que as Ações sofrem no home broker.

Back to final de 2019

Voltamos para patamares do final de 2019. Mas será que o resultado das empresas como um todo reflete esse cenário de otimismo?

Dá pra esperar a bolsa subindo muito mais em 2021?  

Os múltiplos da Bolsa brasileira já deixam muitos analistas e grandes investidores desconfortáveis.

Muitos estão pregando que o início da aplicação de uma vacina que seja viável e que traga resultados positivos para afastar de vez o isolamento seria suficiente para fazer a Bolsa brasileira disparar.

Será mesmo?

Riscos fiscais trazem apreensão quanto ao futuro da taxa de juros.

Você sabe: uma taxa de juros mais alta afeta diretamente o valuation das empresas. Seria o inverso do que aconteceu em 2019.

Também enfrentamos dúvidas sobre a capacidade de o setor de consumo continuar mostrando números consistentes depois do governo acabar com o auxílio emergencial.

Fonte: O Globo

Temos o hábito de perpetuar para o futuro aquilo que está acontecendo.

Em março, parecia que a Bolsa ia cair para sempre.

Agora, com vários meses de tranquilidade, muitos acreditam que os 200 mil pontos estão logo ali.

Cuidado.

Se você não reavaliar sua carteira de Ações, corre o risco de passar 2021 com esse sobe e desce que prevaleceu de agosto a outubro.

É preciso agir.

Procurar fora do Ibovespa e ser muito (mas muito) seletivo

Fazendo uma analogia com o mundo do tiro, era como se antes você pudesse atirar de espingarda calibre 12 que você acertava. Agora você precisa ser um sniper, pois tem muito mais coisa ruim do que boa.

 

É momento de usar a Estratégia Bottom-up. 

Ao contrário da top-down, que prioriza o cenário macro, a estratégia bottom-up é aquela que começa sua análise de baixo, lá no chão da fábrica (ou nos números do balanço).

Em 2019, quase tudo subiu por conta de juros mais baixos. Em 2020, a alta foi apenas para recuperar o pânico de março.

Voltamos ao Ibovespa acima de 110 mil pontos.

Nesse cenário, podemos dizer que a bola da vez são as empresas que souberem entregar resultados.

Chegou a hora das empresas baratas. Casos pontuais e restritos.

O bull market tem algumas armadilhas. A quantidade enorme de IPOs sendo feitos a preços exorbitantes é uma delas. Só para citar um exemplo.

Mas a depender do momento do ciclo, uma armadilha muito comum é você carregar Ações de empresas caras.

Isso acarreta dois riscos: ver as Ações caras ficarem "andando de lado" por muito tempo ou enfrentar uma queda acentuada em caso de pessimismo. 

Chegou o momento de ficar atento. Encontrar as Ações caras, caso existam, e se livrar delas.

Por outro lado, é importante selecionar novas apostas que estão baratas para garantir as alegrias durante 2021.

Ou você acha uma boa tirar todo o dinheiro da Renda Variável e colocar no CDI?

Claro que não. Dinheiro em Bolsa é para sempre.

Mas é preciso ser muito criterioso de agora em diante.

E o trabalho diligente do analista nunca foi tão necessário.

Você também precisa tomar cuidado para não tolerar perdas em função dos ganhos passados.

Explico.

Não é porque você tem Ações que triplicaram o seu investimento nos últimos meses que você deveria aceitar perdas ao longo de 2021.

Imagine que todo dia, quando amanhece, tudo zera. Todo dia você precisa esquecer o passado e estar com a melhor alocação possível.

Claro que não estou falando de day trade ou que você deva ficar operando em alta frequência.

O ponto é que suas vitórias do passado não podem servir para você se acomodar.

Talvez você esteja com Ações caras na sua carteira. Talvez você esteja com a cabeça em 2019 ainda.

Com o intuito de corroborar para a Tese Bottom-up da Nord, preparamos um pacote para tirar o máximo de proveito desta sua nova fase na Bolsa.

NORD COMBO ESSENCIAL + NORD SMALL CAPS
=
ESTRATÉGIA BOTTOM-UP

Vamos explicar o papel de cada uma das séries nesta realidade desafiadora que você chegou.

Ao todo, você terá 4 séries no seu pacote.

O Investidor de Valor: acompanhar os múltiplos e os resultados de perto nunca foi tão importante. A série já se desfez de muitas ações que carregava em 2019 e em 2020, justamente por conta dessa "esticada" no preço. É muito importante ter certeza de que você só está carregando empresas baratas. Neste momento, ficar com Ações caras é um grande risco.

Nord Dividendos: aquelas empresas com receitas previsíveis e resultados em linha com o esperado. Os juros mais baixos estão fazendo a receita com Dividendos ficar atrativa no Brasil. Se você souber escolher as melhores, pode adicionar bons retornos sem se expor a riscos desnecessários. Ganhos de mais de 3 vezes o CDI, apenas com proventos.

Nord Fundos: O histórico da carteira de Fundos da Nord, ao longo do tempo, é espetacular. Transferir parte do seu dinheiro para gestores profissionais é importante na diversificação e dá mais tranquilidade para o investidor.

Essas três séries formam o Nord Combo Essencial, um dos pacotes mais procurados pelos assinantes.

Investir a partir desses critérios será fundamental para você obter sucesso em 2021.

Mas há também uma outra estratégia muito importante:

Encontrar as empresas que ainda não caíram no gosto do mercado e que estão fora do radar dos grandes compradores.

Estou falando das Small Caps.

Na Nord, essas empresas estão na série Nord Small Caps, tocada por Ricardo Schweitzer.

Aliás, ele é a pessoa perfeita para encontrar empresas peculiares, pois seu perfil detalhista e fora do convencional (no bom sentido, tá Ricardo?) é ideal para recomendar aquilo que ninguém tinha imaginado ainda.

Muitas dessas empresas estão fora do Ibovespa e não são acompanhadas por analistas dos grandes bancos e corretoras.

Acreditamos que é esse o caminho para conseguir montar uma carteira vencedora em 2021.

Principalmente com o auxílio do canal do Telegram do Nord Small Caps. Algo que é muito elogiado pelos atuais assinantes.

Juntar o conceito do Value Investing, das rentáveis pagadoras de Dividendos, da escolha de bons Fundos e da seleção das Small Caps que ainda estão esquecidas.

Por isso, anunciamos a oferta de um combo especial:

Estratégia Bottom-up 

Neste pacote, você levará para casa:

O Investidor de Valor

Nord Dividendos

Nord Fundos

Nord Small Caps  

As 4 séries que acreditamos serem as ideais para você balancear sua carteira e fugir das armadilhas que 2021 parece estar armando para os investidores.

Com uma atenção especial para as empresas fora do radar que estão no Nord Small Caps.

Se adquiridas individualmente, as 4 séries custariam 2.148,00 reais por ano.

O Investidor de Valor (276,00 reais por ano);

Nord Dividendos (216,00 reais por ano);

Nord Fundos (216,00 reais por ano);

Nord Small Caps (1440,00 reais por ano).

Mas você poderá se preparar para ter uma carteira melhor em 2021 pagando muito menos.

Condições Especiais para você começar 2021 bem

Acreditamos ser muito importante que o máximo de leitores da Nord tenha essas 4 séries que compõem o combo Estratégia Bottom-up. Por isso, fizemos uma condição muito vantajosa.

Por um período limitado, o Estratégia Bottom-up custará apenas 12x 149,00.

Se você quiser fazer o pagamento à vista, ainda tem mais 5 por cento de desconto.

É uma diferença muito grande se compararmos esse valor com as séries adquiridas separadamente.

E mesmo que juntemos as séries essenciais no combo, ainda temos uma boa diferença.

É como se o Combo Essencial custasse só 29,00 reais por mês.

Então, se você é daqueles que gosta de pagar menos e levar mais, saiba que hoje é o dia de aproveitar.

E todos que já assinam algum dos planos envolvidos, podem pedir upgrade e aproveitar a promoção.

Pois uma nova tese de investimento é algo raro por aqui, assim como descontos nas assinaturas.

Se você já tem alguma série e quer fazer a migração para garantir o benefício, fale com o Edu no WhatsApp da Nord: 11 93087-1103.

Ele fará a troca na hora, e você começará hoje um ano inteiro com o novo plano.

Garantindo ainda o desconto para todas as vezes que você fizer renovações.

Ou seja, sua assinatura não sofre reajuste. Você garante um valor promocional para sempre.

Preparamos um link exclusivo que não está disponível no site.

Somente por meio dele você pode ter acesso ao desconto de lançamento.

As vagas são limitadas, mas você tem 30 dias de degustação sem compromisso.

Ou seja: não há motivos para você não garantir o seu combo agora e evitar preços maiores no futuro.

QUERO A ESTRATÉGIA BOTTOM-UP

Porém, vai aqui um alerta:

Mais importante do que fazer a assinatura é você ter consciência de que a realidade mudou.

Quanto mais tempo você levar para se posicionar, maior o risco de estar com ativos caros no seu portfólio.

E maior é a probabilidade de você "devolver" os ganhos que conseguiu nos últimos meses.

Não são raros os casos que apenas uma ou duas recomendações já pagarem uma assinatura da Nord por décadas.

Saiba que, do nosso lado, não faltará empenho.

Aqui, trabalhamos 24/7 se for preciso para que os nossos clientes possam descansar e dormir tranquilos.

Agora, só está faltando você adquirir esse combo inédito por um preço promocional.

As equipes estão empenhadas mexendo nas carteiras. Oportunidades estão surgindo e sendo recomendadas, enquanto outras Ações estão sendo retiradas das carteiras.

É um momento crucial para os seus investimentos.

Chegou a hora de procurar e encontrar as empresas que vão fazer a diferença.

O período de festa em que tudo subia quase que indiscriminadamente já acabou.

Chegou a hora do bottom-up.

QUERO APLICAR A ESTRATÉGIA BOTTOM-UP

Aproveite esta oportunidade rara.

Um abraço,

Equipe Nord

Nord Research, 2020. Todos os direitos reservados. Rua Joaquim Floriano, 100 - Itaim Bibi, São Paulo - SP, 04534-000